terça-feira, 7 de maio de 2013

The Hives

Olá galera! Firmeza aí?


O festival Lollapalooza sempre ajudou a expor e a popularizar muitas bandas desconhecidas  no nosso país.  A banda escolhida de hoje  é simplesmente muito energética ao vivo, além  de produzir vídeo clips muito interessantes. Sobre a  performance do vocalista Pelle Almqvist só tenho a dizer duas palavras: foda demais. Estou falando da banda sueca de punk rock The Hives. Formada em 1994, os caras fazem muito barulho por passam... e que música boa, hein: agressiva na medida certa com um toque de originalidade.  Uma coisa muito maneira nas apresentações ao vivo da banda é o traje a rigor que os integrantes usam no palco. Numa entrevista, Pelle afirma que o público merece tudo isso. O tempo não influencia na escolha do figurino: eles se vestem sempre do mesmo jeito em qualquer lugar do mundo.
Acho que vocês já até escutaram a  banda em comerciais de carros e tal...  Ficaram curiosos? Saquem só essa música :  Tick Tick Boom


A outra música se chama Hate to Say I told You So, que com certeza vocês já a escutaram em algum momento da suas vidas.


E aí, curtiram?
Kisses


segunda-feira, 6 de maio de 2013

FICA A DICA: Volbeat

Hello everyone!



Uma das apostas da rádio rock é a banda dinamarquesa de heavy metal com influência de punk rock Volbeat. Formada em 2001, a banda é composta por quatro caras com muita bagagem musical : Michael Poulsen (vocal e guitarra rítmica), Anders Kjolholm (baixo e vocal de apoio), John Larsen (bateria) e Rob Caggiano (guitarra principal). O nome do grupo veio de um dos álbuns da antiga banda de Michael "Dominus" - Vol. Beat. Os caras já contam com 5 álbuns de estúdio.
Meu caros leitores, essa banda simplesmente detona! Vocês precisam escutá-los. Os caras lembram um pouco de Metallica: o próprio vocal de Michael se assemelha com o de James Hetfield, demonstrando uma grande paixão por um dos BIG 4. Só para vocês terem uma ideia, os Volbeat já abriram vários shows para o próprio  Metallica, além de sair em turnê com bandas como Motorhead e Megadeth. Eles até já  fizeram uma apresentação no Rock Am Ring, um  festival de música realizado na Alemanha. Eu realmente  espero escutar muito o nome da banda por aí. É por isso e muito mais, que eles merecem estar no Do The Revolution!?!.
Confiram a sonzera aí...


I hope you have liked... XOXO
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Jeff Hanneman: uma grande perda para o Metal

E aí galera! Beleza?



Nesses últimos dias, fiquei chocada com a notícia da morte do guitarrista e co-fundador do Slayer Jeff Hanneman. Pois é pessoal, o metal amanheceu com uma grande perda no dia 02 de maio e essa sombra permanecerá por um longo tempo. Confesso que conheci a banda no período em que Jeff estava afastado dos shows após ser picado por uma aranha. Em seu lugar, o guitarrista Gary Holt ocupava temporariamente a sua posição. Enquanto isso, Hanneman foi submetido à algumas cirurgias e fisioterapia para recuperar o movimento do braço.  Infelizmente ele desenvolveu uma doença chamada Fasciite Necrosante, um tipo de  infecção muito rara no tecido subcutâneo que o levou a perder parte do músculo do braço. Sua morte fora anunciada  por volta das 11 horas da manhã. A causa divulgada era insuficiência hepática. Mas segundo rumores, o alcoolismo foi a verdadeira vilã de toda a história.
 Hanneman tinha somente 49 anos... 
Desde o anúncio da morte de Jeff, vários artistas e amigos prestaram sua devida homenagem ao guitarrista. Entre eles estava o próprio companheiro de banda Kerry King que pediu "um minuto de barulho" em meio de uma cerimônia. Slash e Andreas Kisser também são alguns desses caras.
Enfim, galera... é mais uma perda inestimável para o rock. A dor que sinto é a mesma ao lembrar dos diversos artistas que já partiram desse mundo. Realmente sem palavras... Termino esse post com a música Raining Blood, escrita por ele e King.



sábado, 4 de maio de 2013

30 Seconds To Mars: Up in the Air

Olá pessoal!


O ano de 2013 definitivamente é o ano de lançamento de vários álbuns: Black Sabbath com 13,  Alice In Chains com The Devil Put Dinosaurs Here, Queens of the Stone Age com ... Like Clockwork e por aí vai. Mas hoje estou aqui para comentar  o quarto álbum de estúdio da banda estadunidense 30 Seconds To Mars Love, Lust, Faith and Dreams que será lançado no dia 17 de maio desse ano. Up in the Air foi escolhido como single pela banda, e desde que foi lançado na Internet, me fez questionar algumas coisas. Me desculpem fãs da banda, mas o grupo deu uma mudada drástica no som deles (pelo menos foi o que pareceu com esse single). A qualidade da letra é indiscutível aqui.  Declaro desde já, que sempre fui uma grande  fã desse trio que virou o 30 Seconds To Mars. Os acompanho desde o início, com o álbum de 2002, e o que me fez gostar desses caras foi justamente o som pesado das músicas. Depois a paixão aumentou ainda mais com o  A Beautiful Lie que trazia singles incríveis, letras sensacionais e a agressividade de que tanto eu aprecio na banda. Com o álbum This Is War, a certeza de que a banda estava se preparando para uma mudada no estilo era quase óbvia para qualquer pessoa que era fã ou não. A questão aqui é: o quão longe eles iriam para alcançar essa mudança? Esses caras teriam que ajeitar alguma coisa para atingir um público maior, e a inserida de alguns elementos eletrônicos trouxe às músicas da banda uma característica muito comum no U2, Coldplay e agora no The Killers: resistência ao tempo. É como se fossem rompidas algumas barreiras sonoras, ultrapassando e transcendendo uma linha musical que não é visualizada e sim sentida. É complicado eu sei, mas explicar em palavras é bem mais difícil do que realmente experimentar essa sensação, uma sensação de liberdade (essa é a palavra-chave). 
Enfim, galera, ainda estou aprendendo a aproveitar esse novo som que virou febre no meio musical. Ah, mais uma coisa: o clipe é genial. Uma das coisas que não estou curtindo muito nessa nova onda musical são aqueles pós coloridos que se espalham pelo ar e tals: desde que a Pink lançou um clipe com eles, parece que todo artista tem que usá-lo também no seus vídeos.
Tenham uma ótima noite e aí vai a música Up in the Air.


Kisses

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Queens of the Stone Age

Hi!

Uma banda que curto muito, apesar de não conhecer todo o seu trabalho é o Queens of the Stone Age, formada em 1997.  O grupo é conhecido por sua constante mudança de integrante, permanecendo como fiel guitarrista, compositor vocalista Josh Homme que também é produtor musical nas horas vagas. O grupo já possui 5 álbuns de estúdio. O sexto está previsto para ser lançado no dia 3 de junho desse ano. O álbum já tem nome e se chama ... Like Clockwork.
Singles antigos sempre estão aí na net para curtimos e um deles é Little Sister. Ótimo som, ótima música.


Para quem se interessou... vale a pena conhecer mais a banda.
XOXO



Soundgarden: By Crooked Steps

Hey, galerinha do mal! Beleza?
Gente, eu sempre gostei do Soundgarden e achei demais o clipe da música By Crooked Steps do álbum King Animal (2012). O vídeo foi dirigido por nada mais nada menos do que Dave Grohl, vocalista e guitarrista do Foo Fighters. Como todos nós sabemos, Dave Grohl também é conhecido por seu grande humor nos vídeo clips e, não poderia ser ao diferente, dirigindo By Crooked Steps.
Essa música é tão poderosa, que gostei desde a primeira vez que a ouvi.
Então, saquem só...

Curtiram?
XOXO

quarta-feira, 1 de maio de 2013

ABOUT THOSE THAT ROCK: James Hetfield

E aí, pessoal! Beleza?


Como prometido, estou aqui para falar de uma das maiores personalidades do rock. Puts, é uma honra falar desse cara, que na minha humilde opinião, é um vocalista e guitarrista mais do que fenomenal. Eu já o  admirava muito antes de ler o livro  Metallica - A Biografia de Mick Wall, imaginem depois hein... Enfim, esse cara já está quase nos seus 50 aninhos de idade e tem história para contar viu: Desde a separação de seus pais,  com uma adolescência rodeada de crenças religiosas fundamentalistas severas (A Ciência Cristã), a morte trágica da mãe e a perda de um grande companheiro de banda chamado Cliff Burton. Senhoras e senhores eu estou falando de James Hetfield. James Alan Hetfield, nascido em Los Angeles no dia 3 de agosto de 1963, veio de uma família comum de classe operária: o pai Virgil era caminhoneiro e a mãe Cynthia era cantora lírica. Sua irmã Deanna e ele viviam brigando como "cão e gato", mas eles sempre se ajudavam quando entravam numa fria. Quando James tinha 13 anos, o pai Virgil saiu de casa para nunca mais voltar, nem para se despedir. Sua mãe Cynthia dizia aos filhos que o pai simplesmente partira numa longa viagem de negócios. Mais tarde viria a verdade: Virgil havia abandonado os filhos, uma dura realidade que deixaria cicatrizes até os mais remotos dias. A reação dos dois filhos foi muito turbulenta: enquanto Deanna já rebelde, saiu dos trilhos,  James guardou tudo para si se tornando um cara com aparência severa e   inexpressiva, como o próprio Mick Wall diz em seu livro. Um pouco tempo depois, outro acontecimento marcaria ainda mais a vida de Hetfield:  a perda da mãe para o câncer  após a mesma recusar tratamento por acreditar que a cura viria pela fé em Deus e não de remédios, como mesmo dizia a doutrina da Ciência Cristã. O episódio afetou profundamente James, que anos mais tarde expressaria sua dor na músicas The God That Failed e Until It Sleeps. E aí percebemos o papel da música entrando por entre os becos do coração de Hetfield. 
Desde cedo a música teve uma grande influência sobre ele, uma vez que Cynthia era cantora lírica e o ajudou a dar seus primeiros passos nela. Mas foi um pouco mais velho, exatamente em maio de 1981 que tudo estava prestes a mudar. James juntamente com seu amigo de banda Hugh Tanner (os dois faziam parte do Leather Charm) conheceram  um baixinho de sotaque estranho chamado Lars Ulrich através de um anúncio que viram num jornal, e foi graças a essa reunião, que James e  Lars  ( mais tarde com Kirk Hammet e  Cliff Burton)  se tornaram os homens mais fodas do metal.
Só um PS: A entrada de Burton se deu no final de 1982, quando Hetfield e Ulrich assistiram a uma apresentação do cara numa casa noturna de Califórnia. Cliff já fazia parte de outra banda chamada Trauma e após avaliar a proposta dos dois (dizendo não na primeira vez) concordou em entrar uma que a banda se mudasse para São Francisco, o que eles obviamente aceitaram. Mas foi com sua morte em 1986, num acidente do ônibus da turnê europeia Damage Inc, que os três caras da banda tiveram, mesmo com a dor, continuar seu trabalho.
Mas voltando ao tema de hoje, você sabia que James é considerado um dos melhores guitarristas e vocalistas de todos os tempos? Pois é minha gente, ele é simplesmente do@#*&. Mas por que eu decidi escolhê-lo como a primeira vítima do ABOUT THOSE THAT ROCK? Porque eu sempre senti uma grande conexão com o cara desde o princípio:  o vocal intenso e "robusto"  até  palhetadas da guitarra Flying V ou  ESP Truckester que ele usa. Mas a verdadeira paixão mesmo se deu pela coincidência de personalidades: James era um adolescente  com uma fúria incendiante que muitas vezes se confundia com timidez e, foi com toda essa bagagem que ele conseguiu transferir para os palcos e também para as músicas a agressividade que guardava para si durante muito tempo. As músicas... uau, as músicas são sensacionais com toda aquela composição das letras que se juntam com solos de guitarra do Kirk que se torna mais do que riff poderosos: são solos que descrevem uma história e que acabam invadindo seus ouvidos, seus pensamentos e seu coração até não sair mais. As letras abordam temas desde morte até ressentimento e perdão. São por e muitas outras razões que eu adoro METALLICA e claro James e Kirk e Lars e Robert... o quarteto perfeito dotados com o superpoder do rock. Nothing Else Matters? Meus caros, perdoem a expressão, mas é tão do caralho!! Uma música tão sensível que te transfere toda aquele sentimento de se estar exposto pela primeira vez e não se importar com o resto. E por aí vai com The Unforgiven, One, Master of Puppets, For Whom The Bell Tolls, Enter Sandman,  Battery, Sad But True, Never Say Never, Fade to Black, Creeping DeathMy Friend of Misery, King Nothing... nossa são tantas!!
Já se deram conta da minha paixão certo? E quanto a vocês, esperando ansiosamente pelo 10° álbum da banda assim como eu? Pois é, acho que vale a pena a demora...
I hope you have liked!

XOXO